Mulher com creme no rosto.

O que é rosácea? Aprenda tudo sobre este problema cutâneo

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Quando o assunto são os problemas de pele que existem, alguns deles se destacam por serem bem mais comuns que outros. É o caso da rosácea, uma doença que afeta 10% de todas as pessoas ao redor do mundo. Mesmo assim, poucas realmente entendem o que é essa condição.

Pensando nisso, a Skelt preparou um conteúdo repleto de informações sobre o que é rosácea e quais são os cuidados que a doença exige. Assim, você terá um entendimento melhor sobre qual é a aparência da rosácea e o que fazer se suspeitar que tem a condição. 

O que é rosácea?

Rosácea é uma doença cutânea caracterizada pelo aparecimento de manchas vermelhas na pele. Frequentemente confundida com ruborização ou até acne, por ter semelhanças com esses quadros, ela tem características diferentes deles. 

Isso porque, diferentemente da rosácea, a acne está relacionada à inflamação dos folículos pilosos no rosto ou no corpo. A vermelhidão causada pela doença é apenas uma consequência. Já no caso da rosácea, a vermelhidão cutânea é o principal sintoma.

Da mesma maneira, a ruborização com que estamos acostumadas pode ter ligação com a doença. Contudo, isso não significa que todas as pessoas que ficam vermelhas têm ou terão rosácea. A doença é separada em quatro tipos:

  1. eritêmato-telangiectásica: presença de vermelhidão e vasodilatação visível;
  2. papulopustuloso: presença de pápulas e pústulas;
  3. fimatoso: aumento de espessura cutânea e rinofima;
  4. ocular: rosácea no olho, causando vermelhidão, coceira e fotossensibilidade.

Essa condição cutânea é mais comum em mulheres, mas homens costumam desenvolvê-la de maneira mais grave. Ela também é mais encontrada em pessoas de fototipos mais baixos, ou seja, de pele e olhos mais claros. 

Causas da rosácea

Mesmo que seja uma doença muito estudada, o que causa a rosácea ainda é um mistério para a ciência. No entanto, existem alguns fatores que podem favorecer o desenvolvimento da condição na pele de quem já possui essa predisposição:

  • fatores genéticos e hereditários;
  • estresse;
  • exposição excessiva ao sol;
  • mudanças bruscas de temperaturas;
  • exposição a temperaturas extremas;
  • ingestão de alimentos apimentados.

Inicialmente, a rosácea tem sintomas leves, apresentando apenas uma vermelhidão facial mais forte. Conforme a doença vai evoluindo, essas áreas de rubor vão se tornando permanentes e, em quadros mais graves e raros, ocorre a rinofima, um aspecto de inchaço em áreas como o nariz.

A condição é um problema quase que exclusivamente facial, raramente se espalhando para orelhas, pescoço e colo. Ela é mais comum nas áreas centrais do rosto, como bochechas e nariz, depois passa a evoluir para demais locais, como queixo e testa. 

Algo importante de se notar é que a doença não é contagiosa, então não existe nenhuma transmissão entre pessoas. Além disso, ela é remissiva, ou seja, pode estar controlada por alguns períodos e, em outros, manifestar-se de forma mais aguda.

Tratamentos contra a rosácea

A rosácea tem tratamento, mas, por ser uma doença crônica, não tem cura. Isso significa que existem métodos para minimizar a evolução da condição, mas não há como se livrar dela completamente.

O primeiro passo para iniciar um tratamento eficaz contra a doença é procurar um dermatologista. O profissional pode avaliar a sua pele e determinar o diagnóstico correto bem como o estágio de avanço da rosácea. Assim, ele pode desenhar um plano para você começar a combater o problema.

Comumente, a primeira coisa prescrita é uma mudança de hábitos: nunca tomar sol sem protetor solar, evitar ambientes com temperaturas muito altas ou baixas, modificar algumas partes da alimentação, etc. Muitas vezes, só essas pequenas adaptações já são suficientes para frear a evolução do quadro.

No entanto, para tratar quadros mais graves ou até minimizar os sintomas nos já estáveis, outros tratamentos podem entrar em cena. Produtos calmantes podem evitar a vasodilatação excessiva, minimizando a vermelhidão. 

O uso de luz pulsada e laser também pode ser uma opção. Em casos de inflamações que geram pápulas e pústulas, anti-inflamatórios e antibióticos são comumente utilizados. Cirurgias e dermoabrasão são indicados para quadros onde há rinofima.

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